#Cafénomia – Campanha Janeiro branco, cuide da saúde mental

Burnout, de acordo com a Rede D’or, é um distúrbio psíquico em que a pessoa tem exaustão extrema devido ao seu trabalho (https://www.rededorsaoluiz.com.br/doencas/sindrome-de-burnout). Essa síndrome ainda é pouco comentada nos ambientes de trabalho, principalmente por má interpretação dela. Porém, ela pode afetar mais a empresa do que simples e exclusivamente gerar reclamação de sua equipe.

Uma das consequências, que estamos sofrendo como resultado da pandemia, foi a falta de segregação entre a vida pessoal e a vida profissional das pessoas que fizeram home office. Apesar de ainda termos poucos dados tratados sobre o tema, devido ao quão recente isso foi, ao misturar o ambiente profissional com o ambiente de descanso, aparentemente, foi criado um ambiente propício para que se tenha uma prolongação das horas de trabalho para os horários onde se deva estar descansando.

Além disso, a falta de estrutura residencial para que se tenha um local apropriado para trabalho fez com que diversos ambientes, como salas de jantar, cozinhas e quartos, fossem usados como locais de trabalho. A mistura, que pode não parecer relevante, pode propiciar o subconsciente a acreditar que a pessoa ainda se encontre em um ambiente de trabalho, mesmo que não esteja mais.

A mistura de trabalho excessivo somada a não se descansar de forma apropriada faz com que seja mais propenso para o desenvolvimento da síndrome. Aflorada na pandemia ou criada ao longo dela, a doença vem ganhando espaço entre os noticiários e pode cobrar um preço econômico em pouco tempo. Até onde se tem informações, antes da pandemia, um percentual de pelo menos 30% das pessoas economicamente ativas do país já possuía o Burnout. (https://www.napratica.org.br/sindrome-de-burnout-pandemia/)

O que a priori pode não parecer gerar tantas consequências negativas para a empresa de imediato pode, na verdade, causar diversas perdas de crescimento ou de sustentabilidade. Um trabalhador exausto e com cada vez mais esgotado faz com que ele não consiga trabalhar com o mesmo desempenho que um trabalhador em estado “normal”; isso pode gerar diversas perdas de produtividade. Essas perdas podem ser tão danosas que são capazes de não serem compensadas pelas horas a mais que o indivíduo ficou trabalhando.

Esse problema não é exclusivo da empresa e de quem sofre com o Burnout. Devido ao fato de uma empresa funcionar, de forma muito similar, a um organismo, caso tenhamos um problema de produtividade em um funcionário, podemos ter uma perda de produtividade da área como um todo e, até mesmo, impactar as demais áreas da empresa. A falta de produtividade de seu colega de trabalho pode estar impactando o seu desempenho pessoal, tornando importante a mínima preocupação sua com a saúde mental dos demais membros de sua equipe.

Evite combater esse problema somente após os impactos serem drásticos, procure sempre auxilio de profissionais da saúde especializados em síndromes mentais caso esteja identificando os sintomas (https://www.rededorsaoluiz.com.br/doencas/sindrome-de-burnout). Não espere o problema gerar consequências drásticas antes de o tratar.

Marcello Corsi Janota de Carvalho – Economista e Operador da Mesa de Renda Variável

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