Quase todos os economistas abominam o protecionismo e preferem seu oposto, o livre comercio. Dizem que a formação de barreiras acaba deixando todos mais pobres no longo prazo e podem provocar até guerras. Esse argumento é corroborado pela vantagem comparativa, a teoria que mostra que especializando-se em certos produtos e comercializando com outros países, todo país pode ficar mais prospero.
Porém, o protecionismo é uma política mais fácil para vender aos eleitores e que pode mostrar sinais superficiais de sucesso. Se um governo impõe tarifas, as receitas podem aumentar inicialmente graças ao dinheiro extra arrecadado, enquanto as companhias nacionais desfrutam do auge, já que os consumidores são estimulados a consumir produtos feitos no país ao invés de seu equivalente estrangeiro. Para quem tem uma inclinação mais patriótica, o protecionismo aparentemente pode garantir a independência de um país.
O problema é que tais argumentos são muito enganosos. Vários estudos mostram que, no longo prazo, o protecionismo empobrece os países. Tanto aquele que aplica as tarifas, quanto os que querem negociar com ele.
O economista Frédéric Bastiat, disse uma vez: “Quando as mercadorias não conseguem cruzar fronteiras, os exércitos o fazem”
Ou seja: O protecionismo é a maior ameaça à paz e à estabilidade mundiais
Bruno Royo – Assessor de Investimentos da Diagrama
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