Agenda traz balanços de Goldman Sachs, Morgan Stanley, Wells Fargo e Citigroup, além de dados de varejo e seguro-desemprego nos EUA
Na véspera do feriado de Sexta-Feira Santa, que fecha amanhã os mercados, os índices futuros dos EUA e mercados europeus operam em alta, em linha com a valorização das bolsas asiáticas, e com investidores aguardando os resultados trimestrais dos maiores bancos dos EUA, indicadores e a decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE).
Os mercados ainda não esperam nenhuma mudança nas taxas de juros, mas projetam amplamente que o Conselho do BCE adote um tom mais agressivo e estabeleça as bases para o aperto da política durante o verão, com a inflação da zona do euro atingindo um recorde.
Investidores também estão monitorando os desdobramentos da guerra na Ucrânia. Um cruzador de mísseis russo foi atacado e danificado por forças ucranianas no Mar Negro na quinta-feira, forçando toda a tripulação a ser evacuada.
Já o presidente dos EUA, Joe Biden, anunciou mais US$ 800 milhões em armamento para a Ucrânia ontem (13), após um telefonema de uma hora com o presidente do país, Volodymyr Zelenskyy.
No campo corporativo, Goldman Sachs, Morgan Stanley, Wells Fargo e Citigroup divulgarão seus resultados do primeiro trimestre antes da abertura dos mercados. Os investidores procurarão monitorar como os bancos enfrentaram os ventos contrários durante o trimestre, particularmente uma curva de juros achatada.
Em dados econômicos, vendas no varejo, preços de importação e pedidos de auxílio-desemprego nos EUA saem às 9h30 (horário de Brasília).
Por aqui, o Ministério da Economia apresentará hoje (14), às 15 horas, o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2023.
1. Bolsas Mundiais
Estados Unidos
Os índices futuros com leve alta nesta quinta-feira, antes da divulgação de balanços dos maiores bancos americanos.
Nas negociações regulares de quarta-feira, as bolsas dos EUA quebraram uma sequência de três dias de perdas, enquanto os investidores desprezavam o último relatório do CPI, que mostrou níveis de inflação não vistos desde 1981.
Veja o desempenho dos mercados futuros:
- Dow Jones Futuro (EUA), +0,14%
- S&P 500 Futuro (EUA), +0,02%
- Nasdaq Futuro (EUA), +0,14%
Ásia
Os mercados asiáticos fecharam no campo positivo, com investidores reagindo aos anúncios de aperto da política monetária pelos bancos centrais da Coreia do Sul e Cingapura.
Já o governo chinês anunciou ontem (13) que os cortes no índice de compulsório serão usados no momento apropriado para aumentar a capacidade de entrada de crédito dos bancos, citando detalhes de uma reunião executiva do Conselho de Estado presidida pelo primeiro-ministro Li Keqiang.
O movimento ocorre no momento em que a China vem lutando nas últimas semanas contra seu surto de Covid mais grave no continente desde a fase inicial da pandemia no início de 2020.
- Shanghai SE (China), +1,22%
- Nikkei (Japão), +1,22%
- Hang Seng Index (Hong Kong), +0,67%
- Kospi (Coreia do Sul), +0,01%
Europa
Os mercados europeus operam estáveis antes da reunião do Banco Central Europeu, enquanto monitoram os desdobramentos da guerra entre russos e ucranianos.
A decisão do BCE sai às 8h45, seguida por entrevista da presidente da instituição Christine Lagarde (9h30).
- FTSE 100 (Reino Unido), +0,03%
- DAX (Alemanha), +0,14%
- CAC 40 (França), +0,55%
- FTSE MIB (Itália), +0,23%
Commodities
As cotações do petróleo recuam na sessão de hoje, depois de subir acentuadamente na primeira metade da semana, com investidores pesando um aumento maior do que o esperado nos estoques de petróleo dos EUA contra o aperto na oferta global.
- Petróleo WTI, -0,71%, a US$ 103,50 o barril
- Petróleo Brent, -0,69%, a US$ 108,03 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian teve alta de 0,11%, a 901,50 iuanes, o equivalente a US$ 122,09
Fonte: Infomoney
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