Uma das formas do Brasil fazer a sua parte ajudando o meio ambiente, é tentando reduzir diariamente a sua taxa de poluição. Mas, você sabia que além de cumprir a sua parte com o ecossistema, ele também consegue gerar dinheiro para o país?
Com a ideia de tentar reduzir o quanto é gerado de gases poluentes no mundo foi criado, como uma das consequências do Protocolo de Kyoto, um mecanismo financeiro para que os países não desejassem reduzir a quantidade de carbono produzido, para continuar crescendo, pudessem ainda estar dentro da ideia do acordo de reduzir a poluição mundial. Esse mecanismo é conhecido como Créditos de Carbono. Os países poluem naturalmente, se o país polui menos que antes, ele ganhará créditos. Agora, se o país poluir mais que antes, ele precisará comprar créditos de quem deixou de poluir.
Desta forma, o dinheiro que se conseguiu com a venda dos créditos, poderá ser usado para incentivar ainda mais o uso de formas de crescer poluindo menos. Já os países que pagaram pelos créditos, terão que se reorganizar internamente para deixar de gastar esse dinheiro a mais para continuar poluindo.
O que pode ser uma oportunidade de continuar crescendo para alguns países representa para o Brasil uma oportunidade de ganhar dinheiro através do aumento da eficiência das empresas e exploração de mais recursos energéticos renováveis. Apesar do Brasil ter como maior parte de sua geração de energia vindas de fontes renováveis, principalmente hidráulica, ainda existe uma fatia da geração que pode ser convertida para renovável que, além de auxílio para o meio ambiente brasileiro, ainda gerará créditos que podem ser vendidos e resultarão em mais dinheiro.
Com o Acordo de Paris, estima-se que o Brasil pode ter uma receita líquida gerada de até US$ 72 bilhões até 2030 com a criação do mercado global de carbono. E, apesar de parecer um universo distante para o cotidiano das pessoas, existem formas de investir e ganhar dinheiro junto com os esforços mundiais de melhoria do meio ambiente. Uma das formas, é através do fundo Trend Carbono Zero, disponível na plataforma da XP Investimentos.
Esse fundo replica o ETF KraneShares Global Carbon, listado em Nova York, e não tem exposição cambial, ou seja, é possível acompanhar os ganhos do aumento da demanda mundial por Créditos de Carbono sem a necessidade de abrir conta no exterior. Fale com seu assessor para saber como investir nesse fundo e outras formas de investir na chamada revolução verde.
Marcello Corsi Janota de Carvalho – Economista e Operador da Mesa de Renda Variável
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