#ColunaDiquinta – A racionalidade irracional

A experiencia mostra que as pessoas não agem de forma racional o tempo todo. Por exemplo, se o fumante obeso fosse mesmo racional, começaria a fazer uma dieta e pararia de fumar imediatamente, reconhecendo o perigo que está causando à sua saúde.

Porem, a economia “neoclássica” convencional baseia-se na ideia de que as pessoas tem capacidade ilimitada para a racionalidade, força de vontade e altruísmo. Essa é a base da teoria da mão invisível de Adam Smith, que dizia que ações egoístas e racionais acontecem em massa, vão resultar, de modo geral, em uma sociedade mais prospera. Esse homem racional imaginado pelo economista é chamado de Homo Economicus.

Mas, como já vimos, as pessoas estão sujeitas a emoções – excitação, amor, ciúme, pesar, por exemplo – que podem fazê-las agir irracionalmente.

A economia comportamental estuda o porquê e como as pessoas agem irracionalmente. É uma das áreas de estudo mais recentes, combinando economia e psicologia. Esse campo de estudo nos permite entender como as pessoas agem a determinados cenários, o que facilita na elaboração e propostas de novas politicas públicas com melhores resultados

Você é mais racional ou emocional?

Bruno Royo – Assessor de Investimentos da Diagrama

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