#ColunaDiquinta – Forex, o mercado dos mercados

Os Estados Unidos regulamentaram sua primeira Casa da Moeda em 1792, poucos anos depois de ter conquistado sua independência. O Congresso aprovou a Lei da moeda, criando o dólar dos Estados Unidos como a unidade padrão de dinheiro do país, estabeleceu a Casa da Moeda dos Estados Unidos e regulamentou a cunhagem dos Estados Unidos. Esta lei estabeleceu o dólar de prata como unidade de dinheiro nos EUA, declarando-o como uma proposta legal e criando um sistema decimal para a moeda americana.

Após a Segunda Guerra Mundial, ocorreu a Conferencia de Bretton Woods. Até então, o que estava valendo como lastro da moeda era o Padrão Ouro, cujo já escrevi em outro artigo aqui na Coluna Diquinta. Àquela altura, os EUA já era a maior economia mundial, por isso tentou-se estabelecer um padrão em que o grama de ouro teria um valor fixo em dólares.

Esse sistema durou até o início da década de 1970, quando o dólar já estava sofrendo com desvalorização em relação ao seu preço inicial. Em 1971, o dólar deixou de ser lastreado em ouro e surgiu o câmbio flutuante englobando vários pares de moedas. Foi assim que surgiu o Forex.

O mercado de Forex é o maior mercado do mundo, movimenta cerca de 5 trilhões de dólares diariamente. Segundo dados de 2007, movimenta mais de 3 vezes a soma de todos mercados de títulos do mundo. Inclui trocas entre grandes bancos, bancos centrais, corporações multinacionais, governos e outras instituições financeiras. Os investidores pequenos (pessoas físicas) são uma parte pequena desse mercado, e só podem participar indiretamente, através de corretoras ou bancos.

Nesse mercado, você negocia pares de moedas. Como, por exemplo, dólar contra euro, euro contra iene, libra esterlina contra dólar etc. As combinações são infinitas. O par mais negociado é o Euro contra o Dólar americano, que detém 27,95% das negociações. E a moeda mais negociada, com 72,87% do volume diário é o Dólar americano.

Mas, cuidado!

O mercado de forex é o mais agressivo do mundo. Os ganhos podem ser muito elevados, mas o risco também é muito alto. Para especular nesse mercado é preciso estar munido de forte controle de perdas, verificar se a corretora está legalmente registrada em seu país de origem para que se mantenha operante no mercado. Um dos maiores riscos é a quantidade de fraudes ou pirâmides financeiras que usam o forex como fachada. No Brasil, não existe uma regulamentação atuante nesse mercado, ou seja, a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) não atrapalha os brasileiros que querem ingressar no Forex.

“Sonhe grande e se atreva a falhar” – Norman Vaughan

Bruno Royo – Assessor de Investimentos da Diagrama

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