#Decodificando – Investir endividado? Até onde a perna alcança?

Seria utópico imaginar todas as contas fechando no azul no fim do mês? Infelizmente, para uma grande parcela dos brasileiros, isso não é provável de acontecer tão cedo. Porém, da mesma maneira que o número de famílias endividadas cresceu em 2022, a quantidade de brasileiros investindo em bolsa também subiu em 15% só neste ano e hoje, existem mais de 5 milhões de contas abertas em corretoras, segundo dados da própria B3.

Como esses números conseguem crescer em harmonia? Caso você esteja se perguntando: “Estou endividado, posso investir mesmo assim?”, vem comigo que eu te explico…


Primeiro de tudo, saiba que esse é um caso comum na vida de muitas pessoas de nosso país. Um estudo realizado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revelou que 78,9% das famílias brasileiras se endividaram em 2022. Esse foi o maior patamar já registrado em 12 anos.

Dentre os motivos de dívidas apontados pelo estudo, podemos destacar cartão de crédito (82,6%), o carnê de lojas (18,1%), seguido pelo financiamento de carro (11,6%) e de imóvel (9,1%). Nem o próprio país escapa das dívidas, atualmente a dívida pública do Brasil gira em torno de R$ 5,595 trilhões. Haja títulos públicos, né?

Mas, chega de teoria e vamos para a parte prática: Como todo economista que se preze, a resposta é – depende – isso porque de forma geral, é aconselhado amortizar as dívidas antes de qualquer investimento, pelo fato de que normalmente o custo da dívida é muito maior do que o rendimento obtido em qualquer investimento, principalmente as dívidas que cobram juros abusivos, como cartão de crédito, cheque especial e etc.

Em contrapartida, investir endividado é possível analisando as taxas de juros da dívida, em raríssimas exceções de acordo com os prazos e os valores do investimento em questão. Caso a partição de uma dívida dê um respiro no orçamento mensal, e permita com que você economize mais a médio e longo prazo. Por exemplo, um financiamento imobiliário com uma taxa que seja menor do que a do investimento realizado.

Na minha opinião, em caso de dívidas e sufoco no caixa no fim do mês, o melhor investimento que pode ser feito é a reeducação financeira, inicialmente. Analisar primeiro a causa de suas dívidas: Se é falta de controle financeiro, consumo excessivo, uso inadequado do crédito e etc. Feito isso, mapear todas as suas dívidas e definir planos de ação para quitá-las, como uma meta mensal de economia, por exemplo. Você pode usar uma planilha de gastos ou um aplicativo financeiro.

É possível quitar as dívidas, com foco e disciplina, evitando novas pendências financeiras para que aqueles 5 milhões de contas abertas para investimentos venham a se tornar 10, 20 ou até mesmo 30 milhões muito em breve. E você, quer estar em qual gráfico nos próximos anos?

Matheus Lourenço – Assessor de Investimentos

Entre em contato conosco: (11) 95091-2770 | Rua Amazonas, 439 CJ 45 – São Caetano do Sul XP (ABC) | Av. Ibirapuera, 1753 – XP -Moema – SP.

183 comentários em “#Decodificando – Investir endividado? Até onde a perna alcança?”

  1. Biberlerimizi ünlü sikiş, tesettür ifşa lezbiyen sikişme resimleri minyatürler hdamcık resmi fantezi fotoğrafları jartiyer kadın türk meme
    fotoğrafları transseksüel seks, Hissetmekteymiş porno foto baharatından, jhonny sins
    sarıkanatlar sivriltirdik üstsüz kadın resimleri, inilmemek liseli seks, postalanacağı, porno resmi.

Deixe um comentário

Parabéns, sua solicitação foi recebida e você acaba de receber gratuitamente nosso incrível ebook.

Para baixar acesse o seu e-mail.